ARTIGOS
Design geométrico do símbolo do TikTok: experiências didáticas em projetos de extensão presenciais e online.

Este artigo tem como objetivo descrever o processo de elaboração e os resultados da aplicação on-linee presencial da atividade "TikTok: construindo o isotipo por meio do desenho geométrico", desenvolvida inicialmente no projeto de extensão "Sem mais nem menos on-line" e posteriormente no projeto de extensão "Sem mais nem menos nas escolas", ambos da Universidade Federal de Alagoas. O material didático aborda a Matemática por meio do desenho geométrico do isotipo (símbolo) da rede social TikTok, manuseando compasso e régua, revisando conceitos de geometria como retas, semirretas, círculos e circunferências. Sua aplicação on-linefoi a 31 estudantes do Ensino Fundamental –Anos Finais e Ensino Médio de 3 estados brasileiros. Sua aplicação presencial foi a 58 estudantes de Alagoas do Ensino Fundamental –Anos Finais e Ensino Médio. Os resultados da aplicação refletem queo manuseio de régua e compasso ainda é um obstáculo para muitos estudantes, comprometendo a precisão das construções geométricas. Além disso, a compreensão de conceitos básicos, como corda e diâmetro, revela-se essencial para o desenvolvimento de habilidades matemáticas mais avançadas. Por isso, é fundamental que se criem atividades práticas que conectem a Matemática ao cotidiano dos estudantes, estimulando a argumentação, a aplicação prática e o uso correto dos instrumentos geométricos.
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Abordando a geometria presente na brincadeira "Pular elástico"

Este artigo tem como objetivosapresentar o material didático "Pular elástico: brincando com a geometria", desenvolvidopelo projeto de extensão "Sem mais nem menos nas escolas"da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), e descrever os resultados de suas aplicações.O materialfoi criadopararevisar conceitos geométricos eminimizar dificuldades no aprendizado defiguras geométricas, usando a brincadeira "Pular elástico".Asaplicações do materialocorreramem turmas do 7ºano doEnsino Fundamentale da 2ª série do Ensino Médio,deduas escolas da rede pública de Maceió, Alagoas. Ao todo, participaram 174estudantes, organizados em 58 grupos. Eles receberamo elástico ea atividade impressa, conheceram um pouco sobre as possíveis origens da brincadeira, compreenderam as regraseosníveisda brincadeirae, após brincar, responderam a um questionário. Apesar dos desafiosencontrados nos resultados em relação àidentificação defiguras geométricas, a atividade proporcionou momentos de interação e engajamento, ressaltando a importância de aprofundar o estudo dessas formas para uma melhor compreensão de suas propriedades e aplicações.
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https://periodicos.ufjf.br/index.php/ridema/article/view/48571/29505
A brincadeira cama de gato como recurso pedagógico para o ensino de geometria

As brincadeiras de infâncias geralmente trazem alegria, diversão e sentimento de liberdade para os envolvidos, e relacioná-las com a matemática pode ser um meio eficiente para o ensino e a aprendizagem de conteúdos matemáticos. Este artigo pretende relatar a construção, a aplicação e as discussões acerca do material didático "Cama de gato: o barbante e a geometria" elaborado pelo projeto de extensão "Sem mais nem menos nas escolas", da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). A brincadeira Cama de gato consiste em trançar um barbante entre os dedos formando figuras diversas e o material didático aborda posições relativas entre retas e figuras geométricas na brincadeira, tornando-se um recurso pedagógico para o ensino de geometria e possibilitando trabalhar a coordenação motora e a atenção. No material, consta uma explicação inicial sobre a origem e o significado da brincadeira; em seguida apresenta imagens relacionadas a oito camas de gato, com o passo a passo, as regras de como brincar e alguns itens e questionamentos. As aplicações do material ocorreram em 2023 e 2024, e tiveram a participação de 177 estudantes de turmas do 7º ano do Ensino Fundamental e da 2ª série do Ensino Médio, de duas escolas públicas da Educação Básica em Maceió-Alagoas. Sobre os resultados, alguns estudantes relataram dificuldades na construção das camas de gato, contudo, houve bastante engajamento dos estudantes no desenvolvimento da atividade. Com este material didático, esperamos resgatar esta brincadeira de infâncias e socializar mais uma possibilidade para o ensino de matemática.
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https://www.e-publicacoes.uerj.br/re-doc/article/view/88885/55331
A construção de uma pipa como recurso didático no ensino de matemática

Este artigo apresenta o processo de elaboração e aplicação do material didático "Pipa: voando com a geometria", desenvolvido no projeto de extensão "Sem mais nem menos nas escolas", da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). O material foi aplicado a 83 estudantes do 7º ano do Ensino Fundamental em uma escola pública de Maceió-AL e utiliza a construção de pipas para explorar conceitos matemáticos, como ângulos, polígonos, simetria e unidades de medida, de forma lúdica e interativa. Os resultados evidenciaram que, embora a atividade tenha promovido engajamento e resgate de memórias de infâncias, o aprimoramento do conhecimento prévio sobre geometria não foi totalmente alcançado. Dificuldades na identificação e classificação de figuras geométricas ainda persistiram, indicando a necessidade de maior aprofundamento. No entanto, o material demonstrou potencial para apresentar a Matemática de forma leve e contextualizada. Espera-se que este trabalho incentive práticas pedagógicas mais dinâmicas e alinhadas aos cotidianos e desejos estudantis.
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https://e-revista.unioeste.br/index.php/rebecem/article/view/34680
Pega-varetas: trabalhando as operações matemáticas com as cores

Este artigo tem como objetivo descrever o material didático intitulado "Pega-varetas: trabalhando as operações matemáticas com as cores", suas aplicações e a discussão dos resultados obtidos. O material foi desenvolvido no projeto de extensão "Sem mais nem menos nas escolas", da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). O material apresenta o jogo Pega-varetas e aborda as operações matemáticas de soma, subtração e multiplicação de modo leve e divertido. Sua aplicação foi com 100 estudantes do 7º ano do Ensino Fundamental de uma escola da Rede Pública de Alagoas e com 92 estudantes da 2ª série do Ensino Médio de outra escola da Rede Pública de Alagoas. Os resultados da aplicação refletem que a atividade alcançou seu objetivo quanto ao Ensino de Matemática de modo leve, prático e divertido, sendo um momento também de interação. Acreditamos que este material didático possa auxiliar aos professores no Ensino de Matemática e mostrar aos estudantes que a Matemática está presente também em uma brincadeira de infância.
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https://publicacoes.unifimes.edu.br/index.php/interacao/article/view/4356
O uso de uma receita de bolo para ensinar algoritmo e fluxograma

Neste artigo, apresentaremos uma das atividades desenvolvidas e aplicadas pelo grupo de extensão "Sem mais nem menos", do Instituto de Matemática da Universidade Federal de Alagoas, destacando seus resultados nas aplicações on-linee presencial.A atividade tem por título "Algoritmo e fluxograma: a matemática na receita de bolo" e aborda os conceitos matemáticos de algoritmo e fluxograma por meio da receita de um bolo de chocolate. Seu principal objetivo foi mostrar o conceito de algoritmo relacionado à matemática do cotidiano. No formato on-line, a atividade foi aplicada por meio de uma liveno Instagram do projeto e, ao retornar ao presencial, foi aplicada em uma escola do município de Maceió, Alagoas. Ao final das aplicações, foi evidenciada a importância da atividade, pois propiciou uma aprendizagem mais significativa para os estudantes, ganho pedagógico para professores e aproximou a Universidade da sociedade envolvida.
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Desenho geométrico no ensino de matemática: uma proposta com o amuleto indígena filtro dos sonhos

básicas da geometria plana, círculo, circunferência, polígonos inscritos e circunscritos à circunferência. Os resultados da aplicação refletem que a atividade alcançou seu objetivo, sendo um momento de descontração, trabalhando o desenho geométrico numa temática do cotidiano. Além disso, professores puderam ampliar o conhecimento de como ensinar Matemática com outras contextualizações. Esperamos que este trabalho desperte nos professores de Matemática a vontade de proporcionar aos seus estudantes novas formas de adquirir e aprofundar conhecimentos matemáticos, utilizando temas presentes no cotidiano deles e materiais didáticos como a atividade aqui descrita.
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https://periodicos.ufpe.br/revistas/emteia/article/view/252918
Lives e webconferências: possibilidades para a formação continuada de professores de matemática

Neste texto fazemos um relato de experiência da ação de formação continuada de professores de matemática, promovida pela versão on-line do projeto de extensão "Sem mais nem menos", da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). A formação aconteceu por meio de webconferências em que os professores participantes discutiram temas e atividades de lives promovidas no Instagram do projeto. As lives eram voltadas para estudantes de ensino básico e, utilizando diferentes metodologias de ensino, abordaram a matemática no cotidiano por meio de atividades lúdicas. Nas webconferências, das quais participaram professores de diferentes estados do país, os docentes também relataram suas experiências ao acompanharem seus estudantes nas atividades. Com o objetivo de entender se a participação na formação contribuiu para o desenvolvimento profissional docente, impulsionando-os a utilizar diferentes metodologias de ensino para abordar a matemática no cotidiano, pediu-se que os docentes respondessem questionários, nos quais se percebeu que a motivação dos professores em participar dessa formação vem do desejo de aprender novas formas de ensino e contribuir para a aprendizagem de seus estudantes. A reflexão coletiva promovida pela participação nas webconferências proporcionou, segundo relato dos professores, uma melhor percepção da matemática no cotidiano e das diferentes formas de ensiná-la.
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https://www.periodicos.univasf.edu.br/index.php/revasf/article/view/1477
"Sem mais nem menos on-line": formação continuada de professores de matemática durante a pandemia

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https://www.revistas.udesc.br/index.php/boem/article/view/19141
Enfeites natalinos: construções matemáticas por meio de dobraduras

O presente artigo tem como objetivo descrever o processo de elaboração e resultados da aplicação da atividade "Enfeites natalinos: construções matemáticas por meio de dobraduras". Esta atividade foi desenvolvida no projeto de extensão "Sem mais nem menos on-line", da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), com a finalidade de explorar conteúdos matemáticos e trabalhar habilidades usando a arte de dobrar papel por meio da construção de uma árvore e de estrelas de Natal, proporcionando aos estudantes momentos descontraídos e interessantes para aprender matemática e despertando nos professores o ensejo de desenvolver outras habilidades no modo como ensinar matemática. A atividade foi aplicada, por meio de uma live no Instagram, a 44 estudantes do Ensino Fundamental II e Ensino Médio de 9 escolas da rede pública e de 1 escola da rede particular de ensino de 2 estados do Brasil. As habilidades trabalhadas foram coordenação motora, concentração, memória e imaginação; os conteúdos matemáticos explorados foram propriedades de figuras geométricas como vértice, altura, lado e diagonais de polígonos convexos, noções básicas de geometria como ponto, interseção e segmento de reta. Além de alcançar a finalidade almejada, a atividade proporcionou o reaproveitamento de materiais e despertou o interesse dos professores em fazer trabalhos interdisciplinares, investindo em atividades com dobraduras nas aulas. Esperamos que este trabalho desperte nos professores de matemática a vontade de proporcionar aos seus estudantes novas formas de adquirir e aprofundar conhecimentos matemáticos, utilizando temas presentes no cotidiano deles e/ou materiais didáticos como a atividade aqui descrita..
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https://revistas.uece.br/index.php/BOCEHM/article/view/4986#
Live "jogo da onça: estudando geometria em uma diversão indígena"

O presente artigo tem como objetivo descrever a construção e apresentação da atividade "Jogo da onça: estudando a geometria em uma diversão indígena",realizada pelo projeto de extensão "Sem mais nem menos on-line", da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), que desenvolve ações que visam aguçar um olhar diferente dos estudantes do Ensino Fundamental II e Ensino Médio sobre a matemática. Nesse período dapandemia Covid-19, foram elaboradas e apresentadas lives peloInstagramdo projeto que exploraram a matemática nos contextos dos jogos, da música e do natal. Aqui nos restringiremos à atividade que trabalha a geometria na cultura indígena, por meio de um jogo de tabuleiro denominado "Jogo da onça", que estimula raciocínio lógico e contém diversas formas geométricas em seu tabuleiro, possibilitando trabalhar a geometria de forma lúdica e envolvendo o estudante no processo de aprendizagem, pelo viés da etnomatemática. A atividade foi realizada em duas etapas: a primeira, com um vídeo prévio, na qual os estudantes deveriam construir um tabuleiro utilizando dobraduras no papel, colocando-os em contato com figuras geométricas, estimulando a curiosidade, possibilitando o desenvolvimento de habilidades motoras e cognitivas; a segunda,a liveapresentando a contextualização sobre a cultura indígena, com foco nas pinturas corporais e desenhos das cestarias, a geometria presente no tabuleiro do jogo, as estratégias e raciocínio lógico a serem utilizadas no jogo. Após a live,os estudantesresponderam alguns questionamentos e enviaram aos professores. As respostas dos questionamentos, materiais coletados por meiodo Google formsee-mail,e as interações com os professores e estudantes vividas durante todo o processo possibilitaram a escrita desse artigo. Concluímos que a atividade trouxe resultados significativos para o Ensino de Matemática,poisos estudantes puderam visualizar esta disciplina de uma forma divertida e prazerosa, trabalhando com ainterdisciplinaridadee fazendo parte da construção de seu próprio conhecimento. Os professores também se mostraram incentivados para adaptar a atividade e aplicar em outra ocasião
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Dominó: a matemática e a estratégia

Este texto tem como objetivo relatar a experiência do projeto de extensão "Sem mais nem menos" da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) que, durante a pandemia, aplicou de maneira remota atividades com os temas: música, esporte, jogos e família, para estudantes do ensino fundamental II e ensino médio utilizando materiais de fácil acesso. Aqui, trataremos especificamente sobre a elaboração e aplicação da atividade denominada "Dominó: a matemática e a estratégia", que trabalha a matemática presente nas peças do dominó e em estratégias desse jogo de tabuleiro. A atividade é dividida em duas partes: a primeira, dedicada à elaboração das peças por meio de um vídeo prévio que, além de envolver o estudante no manuseio de materiais, aprimorando sua cognição matemática, possibilita ao estudante visualizar uma matemática mais acessível; a segunda, dedicada a compreender a matemática presente na construção das peças e na estratégia de algumas jogadas, e, por fim, pôr em prática esses conhecimentos numa partida do jogo. As fontes utilizadas para escrita desse artigo foram os materiais enviados pelos estudantes (imagens das construções e respostas ao questionário feito após a live) e documentos de pré-análise das respostas, realizados pelos respectivos professores. Concluímos que, além de apresentar uma matemática prazerosa, a atividade ampliou o olhar dos estudantes sobre a disciplina e desmistificou o fato de ser algo distante e inacessível. Ao participarem da construção de seu próprio conhecimento, os estudantes conseguiram se sentir mais familiarizados com o conteúdo e seus professores também ficaram satisfeitos com a atividade por levar a matemática através de um jogo simples e muito conhecido, que além de poder ser utilizado para ensinar assuntos de forma dinâmica, mostra que a matemática está por trás de tudo, inclusive em uma brincadeira.
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Música: a Matemática na nota musical MI

O presente trabalho tem como objetivo descrever a elaboração, aplicação e resultados obtidos em uma das atividades desenvolvidas no projeto de extensão "Sem mais nem menos on-line" da Universidade Federal de Alagoas (Ufal). Por conta da pandemia da Covid-19, o projeto apresentou atividades lúdicas que mostram a matemática presente no cotidiano, por meio de lives no Instagram, gravadas e postadas no canal do YouTube. As temáticas foram escolhidas com base em indicações feitas pelos estudantes em um formulário de sondagem e, a partir disso, foi desenvolvida a atividade "Música: a matemática na nota musical Mi", que explora elementos matemáticos presentes na teoria musical. Em sua realização, fez-se o uso do instrumento musical violão, de um afinador instalado em um telefone para estudar a nota musical Mi e de um vídeo para mostrar um contexto histórico da relação entre a música e a matemática aos estudantes e professores participantes. Em busca de transformar a experiência do ensino remoto mais agradável, procurou-se levar aos estudantes e professores um material inovador, o qual apresenta uma matemática presente em seu dia a dia. A análise dos resultados foi realizada com base nas respostas dos estudantes participantes enviadas pelos professores inscritos no projeto, bem como comentários dos estudantes e professores. De acordo com esses resultados, a atividade proporcionou uma boa união da matemática com a música, fazendo com que fosse perceptível a matemática no cotidiano de uma forma prática e motivadora. Dessa forma, acredita-se que a atividade contribuiu com o ensino e a aprendizagem da matemática, podendo ser aplicada de forma presencial e on-line por mais educadores que desejarem.
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Matemática nas estações do ano: o uso de materiais didáticos no ensino de matemática

Esse artigo tem como objetivo apresentar ações do projeto de extensão Sem mais nem menos, do Instituto de Matemática da Universidade Federal de Alagoas, na pesquisa em Ensino de Matemática, que resultaram na elaboração e aplicação de materiais didáticos que evidenciam a Matemática nas estações do ano. Tais ações partiram do questionamento sobre como estudantes da rede pública de ensino de Alagoas veem a Matemática nas estações do ano. Para responder, foi aplicado um questionário em turmas de uma escola da rede pública de ensino em Maceió-AL e, a partir dele, foram elaborados jogos e atividades. Esses materiais didáticos abordam conteúdos matemáticos, tratam de informações sobre estações do ano e aguçam curiosidade e interesse dos estudantes, motivando-os a estudar. Com a pesquisa, verificamos que estudantes participantes avançaram na percepção da Matemática existente no cotidiano, na compreensão de conteúdos matemáticos como formas geométricas, fractais, múltiplos e divisores, sequência numérica de Fibonacci, frações, simetria, volume, e no desenvolvimento de habilidades como trabalho colaborativo, criatividade e raciocínio lógico e estratégico. Acreditamos que tais materiais didáticos são importantes, pois trabalham a Matemática de forma significativa, promovem um bom ambiente de aprendizagem e podem inspirar professores a abordarem outras possibilidades para o Ensino de Matemática.
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Lives no Instagram envolvendo matemática no dia a dia: contribuições do projeto "Sem mais nem menos on-line" para estudantes e professores da Educação Básica

Neste artigo descrevemos atividades elaboradas pelo projeto de extensão da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) "Sem mais nem menos", as quais foram adaptadas para serem apresentadas a estudantes do Ensino Fundamental II e Ensino Médio, por meio de lives no Instagram e com acompanhamento de seus professores. O projeto fez parte do Programa Círculos Comunitários de Atividades Extensionistas (ProCCAExt) da Ufal de 2016 a 2019, com o objetivo de mostrar a matemática fora do contexto da própria disciplina e da sala de aula. O projeto original foi reformulado em 2020 para este momento de pandemia, tornando-se o projeto de extensão pela Ufal Conectada "Sem mais nem menos on-line", possibilitando a participação de estudantes e professores de vários estados do país. As lives exploraram as temáticas matemática na cultura alagoana, matemática nas disciplinas e matemática nas estações do ano
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Produtos educacionais voltados para a matemática no dia a dia: "Geocampo" e "Matemática nas profissões"

Neste artigo iremos descrever os produtos educacionais "Geocampo" e "Matemática nas profissões", resultantes do projeto de extensão "Sem mais nem menos" do Instituto de Matemática da Universidade Federal de Alagoas (UFAL), cujo objetivo foi investigar onde os alunos das turmas de sextos e sétimos anos de uma escola municipal de Maceió viam a Matemática no cotidiano. O projetofoi iniciado com a aplicação de um questionário com o qual se pretendia responder onde a Matemática era vista pelos alunos. De posse desse levantamento, foi criado um jogo envolvendo a geometria no campo de futebol e, em seguida, um livro de atividades explorando a Matemática presente em algumas profissões. Além de motivar os alunos, o objetivo foi desfazer a ideia de que a Matemática é apenas números e que é vista apenas na escola.
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