Trabalho de Conclusão de Curso
SEM MAIS NEM MENOS EM AÇÕES DE FORMAÇÃO CONTINUADA: um trabalho de aperfeiçoamento profissional com professores de matemática da educação básica
- Andressa da Silva Santos

Desde 2016, o grupo de extensão "Sem mais nem menos" da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) desenvolve atividades voltadas para estudantes e professores de matemática da Educação Básica, mostrando a presença da matemática aplicada ao cotidiano. Em 2023, o projeto desenvolveu duas ações de formação continuada para professores de matemática, a etapa on-line de 2023 e o curso de formação continuada presencial. A etapa on-line de 2023 foi realizada por meio de lives e webconferências, assim como em 2020. As lives apresentaram 04 (quatro) materiais didáticos, sendo eles "Jogo ludo: a matemática na construção do tabuleiro"; "Brasileirão: um estudo das classificações"; "Tiktok: construindo um isotipo por meio do desenho geométrico" e "Aprendendo ganhos e perdas na trilha financeira". Esses materiais didáticos, ao serem apresentados em 03 (três) webconferências, mostraram aos professores as defasagens dos estudantes em conceitos de geometria, números e no manuseio do compasso, isso após serem verificados os itens e questionamentos respondidos pelos estudantes depois da apresentação dos materiais didáticos. Já a segunda ação, o curso de formação presencial, foi realizado no Laboratório de Ensino de Matemática (LEMa) no Instituto de matemática da Universidade Federal de Alagoas (IM - Ufal). Durante o curso, ocorreram 04 (quatro) momentos formativos, em que os professores conheceram 03 (três) materiais didáticos que compõem a temática "Matemática nas brincadeiras de infâncias", intitulados de: "Pega varetas: trabalhando as operações matemáticas com as cores; "Pular elástico: brincando com a geometria" e "Cama de gato: o barbante e a geometria". Além de testarem esses materiais, os professores desenvolveram e aplicaram aos seus estudantes 02 (dois) materiais com a mesma proposta. Essas aplicações mostraram as defasagens dos estudantes nas operações básicas e em probabilidade. As ações mostraram empecilhos e desistências por parte dos professores, mas os momentos formativos possibilitaram a verificação das defasagens dos estudantes e a reflexão por parte dos docentes sobre suas práticas pedagógicas, principalmente em como apresentar uma matemática mais próxima da realidade dos estudantes.
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JOGO MOINHO - TRILHA: TRABALHANDO MATEMÁTICA COM JOGOS DE ALINHAMENTO
- Sarah Rafaely dos Santos

Este estudo tem como propósito apresentar um material didático o Jogo Moinho – Trilha: trabalhando matemática com jogos de alinhamento, desenvolvido pelo projeto "Sem mais nem menos", vinculado à Universidade Federal de Alagoas (Ufal), onde o projeto demonstra como jogos lúdicos e interativos podem transformar a percepção da Matemática em sala de aula. O material foi planejado para desenvolver habilidades fundamentais, como raciocínio lógico, pensamento crítico e resolução criativa de problemas, por meio de um jogo que explora conceitos aritméticos e geométricos, incluindo sequência, quadrados perfeitos, pontos, vértices, lados, centro e estratégias de alinhamento baseadas em planejamento e lógica. A execução do projeto ocorreu em dois formatos. Na versão virtual, que envolveu 147 estudantes e 15 professores de diferentes estados do Brasil, uma live no Instagram demonstrou as regras e a construção do jogo, acompanhada de um questionário para avaliação. Os feedbacks recebidos contribuíram para ajustes e melhorias no material. Na versão presencial, adaptada para estudantes do Ensino Fundamental e Médio da rede pública de Alagoas, a atividade contou com a participação de 72 alunos, permitindo uma observação direta das interações e aprendizagens. Os resultados obtidos em ambas as versões destacaram o sucesso da proposta em atingir seus objetivos pedagógicos, evidenciando que a Matemática pode ser ensinada de forma criativa e contextualizada. Professores e estudantes relataram que o jogo facilitou a compreensão de conceitos matemáticos e promoveu maior interesse pela disciplina. Esse estudo inspira a criação de metodologias ativas que integram a Matemática ao cotidiano dos estudantes, promovendo uma abordagem mais significativa e atrativa. A iniciativa reforça a importância de combinar inovação, ludicidade e colaboração para enriquecer o ensino e a aprendizagem da Matemática.
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COORDENANDO: APRENDIZAGEM BASEADA NA INTERDISCIPLINARIDADE ENTRE MATEMÁTICA E GEOGRAFIA
- Késsia Tatiane Rodrigues dos Santos

Este trabalho tem o intuito de apresentar o processo de criação, adaptação, aplicação e resultados da atividade "Coordenando: resolvendo desafios através de coordenadas", elaborada pelo projeto de extensão da Universidade Federal de Alagoas (Ufal) "Sem mais nem menos", a qual foi aplicada para estudantes do Ensino Fundamental – Anos Finais e Ensino Médio, tendo o acompanhamento de seus professores. O projeto de extensão tem o objetivo de mostrar a Matemática fora do contexto da própria disciplina e, devido à pandemia da Covid-19, as atividades do projeto, que eram elaboradas e aplicadas nas escolas de forma presencial, tiveram que ser adaptadas e consequentemente modificadas para a aplicação de forma remota por meio de lives no Instagram do projeto. A atividade original foi elaborada pelo projeto em 2019 e necessitou de algumas mudanças para sua aplicação on-line, que ocorreu em 2020 com a participação de estudantes e professores de vários estados do país. Nela é abordado o conteúdo de coordenadas cartesianas no contexto da cartografia através da resolução de desafios usando coordenadas que levam a estados brasileiros.
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Memóricas: o jogo numérico de cartas
- Allen Kinsen Soares Luz Costa

Esse trabalho tem o intuito de apresentar "Memóricas: o jogo numérico de cartas", com o objetivo de avaliar e ensinar os estudantes com base na comparação e associação dos símbolos dos sistemas numéricos egípcios, romanos e hindu-arábicos. Os estudantes possuem dificuldades de perceber e encontrar a matemática no seu dia a dia, e em outras disciplinas da escola. O ensino deficitário contribui para esses desequilíbrios que também são sociais e familiares. Então, por meio da história da matemática foi desenvolvido pelo projeto de extensão "Sem mais nem menos", da Universidade Federal de Alagoas (Ufal), um jogo de cartas que faz a associação desses símbolos numéricos, de modo que os jogadores, com histórico ou não de contato com o conteúdo na escola, possam, a partir dessa ferramenta, observar se seus conhecimentos são suficientes para compreensão da lógica nas transposições das cartas. Foi observado que mesmo interagindo com os colegas de classe do sexto ano fundamental, o jogo não é suficiente para que os estudantes aprendam ou relembrem, sem a intervenção do professor, ainda que eles tenham tido aulas sobre o assunto. É necessário que eles recebam instruções sobre os símbolos e a história dessas civilizações num momento próximo ao que forem jogar.
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